Todas as coisas acontecem para o nosso próprio bem





Há um tempo em nossa vida em que acreditamos que somos imunes a tudo, ou a quase tudo. Esse tempo se chama 


Nele, acreditamos que nada de tão grave poderá nos atingir, porque isso está reservado ao vizinho, ao noticiário, à internet, a algum lugar bem distante de nós.

E este mundo está recheado de amigos sinceros e bem intencionados, de contraditórios corretos, de metas (im)possíveis e de certezas futuras porque somos donos do nosso relógio, do nosso tempo. Como, possivelmente, os desafios não escaparão do nosso domínio, neste mundo portanto, habitam seres prepotentes, egoístas, arrogantes e orgulhosos.

Quando migramos deste mundo surreal e entramos para o mundo dos “entas”, ou seja, 40, 50, 60, 70, 80 anos, acompanhados da maturidade ou não, a ilha da fantasia começa a se esvaecer, se é que já não tinha começado e nem tínhamos percebido.


Atualmente, do meu círculo familiar, de amizade, de pessoas conhecidas e companheiros diários, desconheço aquele que não esteja passando por algum tipo de problema, seja em relação à saúde em si mesmo ou na família, seja vivenciando um rápido ou profundo desequilíbrio emocional, sofrendo os efeitos da crise econômica, alguns chorando pelas partidas (algumas sem volta), outros pela solidão e desesperança. Cada um com os seus infortúnios e insatisfações.

Esta semana que se findou, recebi de Esperdito, leitor do blog, uma mensagem. Ele é jovem, mas há pouco tempo saiu do mundo surreal porque perdeu a capacidade de andar com suas próprias pernas, e está numa cadeira de rodas.

A mensagem dizia o seguinte:

Vivemos em um tempo de dores. A melhor forma de superar esse tempo é não desanimando, mas perseverando com a ajuda do Senhor para que, independente da dor, possamos prosseguir com fé, crendo na fidelidade de Deus


Bom início de semana.





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