Namorar sempre...












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Namorar é, no sentido mais sagrado da expressão, um ritual pelo qual os amantes dão-se os corpos na fogueira da paixão, mas em invocação do amor. 

Casar, no mesmo sentido, não passa de um ritual de consagração de namoro, com o propósito de torná-lo permanente e reconhecido por todos.

Juridicamente, o namoro é considerado um relacionamento afetivo sem maiores efeitos; enquanto o casamento é um negócio jurídico de aquisição de direitos, expresso num título, a respectiva certidão de casamento, em razão do qual a lei confere direitos e obrigações recíprocas na ordem jurídica. A lei não protege e nem pode interferir no que realmente importa no casamento: o namoro.

O namoro é o natural, o afetivo e o real, e, enquanto persistir, é a única prova de vitalidade do casamento.

O casamento sem namoro não passa de uma mera convenção de efeitos patrimoniais, sem substância, sem alma e sem amor...

Homenagem a Semana dos Namorados

Ruy Trezena Patú Júnior
 Magistrado e escritor


Bom início de semana.




5 comentários:

  1. É verdade, sem o namoro o casamento não passa de direitos e obrigações. O namoro é que deixa aquecida a relação. É o que importa.
    Beijos e boa semana!

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  2. É verdade, sem o namoro o casamento não passa de direitos e obrigações. O namoro é que deixa aquecida a relação. É o que importa.
    Beijos e boa semana!

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  3. Interessante... Nunca parei para pensar sobre isso. Gostei!!!

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  4. Interessante... Nunca parei para pensar sobre isso. Gostei!!!

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  5. Interessante... Nunca parei para pensar sobre isso. Gostei!!!

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