Tempestades pessoais






Uma amiga ligou... Está com depressão.

Outro amigo estava “sumido” faz tempo. Liguei. Ele me disse que estava com depressão.

Decepções, angústias, sensação de fracasso, perdas, doenças e tantos outros problemas podem levar o ser humano ao seu limite emocional.

Quem está livre disso? Ninguém. Todos nós estamos no mesmo barco. E a cada parada dessa embarcação, será que estaremos preparados para as surpresas? Surpresas boas, obviamente que sim.  E as más notícias? Para a dor emocional, qual será o medicamento apropriado?

Lembrei-me de uma mensagem e compartilho:

“Quando uma tempestade se anuncia no céu, ficamos com medo, principalmente quando nos lembramos das enchentes e desabamentos tão frequentes nessas ocasiões. Ficamos espantados com a escuridão, a chuva, os raios e trovões, e ao mesmo tempo admirados diante da força que a natureza demonstra.

Em nossa vida, às vezes temos de enfrentar tempestades que nos atormentam e nos fazem ver que somos frágeis e indefesos diante das intempéries da existência. Quando isso acontece, tendemos a enxergar apenas a tempestade que está à frente e não vemos nem imaginamos que, depois dela, o tempo se abrirá e a luz surgirá novamente.

Problemas no trabalho, brigas em família, doenças, crises nos relacionamentos – tudo isso são tempestades em nossa vida. Diante dessas situações passamos angústias, sofrimentos, dor e medo. [...]. Esquecemos que existe um ser superior controlando o nosso “barco”.

Não existem ventos fortes, tempestades nem furacões em nossa vida que Deus não possa parar, aquietar e vencer. [...]



Pense nisso: as tempestades chegam a assustar, mas quando vão embora, surge um tempo de paz e alegria. Mas, não devemos esqueça de orar sempre para sermos guiados, abençoados e consolados seja qual for a intensidade da tempestade.”

(Trecho extraído do livro Presente diário, 2013)

Reaja! Reaja! Reaja!

Bom início de semana




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