Holandamente linda








Amsterdam, cidade palco da liberdade de expressão.




Em Delft, cidade aconchegante.

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Andar por Amsterdam exige uma atenção redobrada dos pedestres, porque o tempo todo na sua frente passa uma quantidade enorme de bicicletas, dos mais variados modelos e tamanhos, pedaladas por crianças, jovens, adultos e idosos. Esses ciclistas carregam toda a sorte de objetos, desde livros, caixas até os animais de estimação. E nesse contexto, algumas bicicletas têm as conhecidas cestinhas, outras são duplas para caberem mais passageiros, outras parecem mais uma carroça de tanta adaptação. Mas, o que causa surpresa mesmo, entre nós brasileiros, são os homens vestidos com paletó e gravatá carregando suas pastas executivas e pedalando.






Que frio rsrs !!!!


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Enquanto muito se discute ainda no Brasil sobre a necessidade de melhorar o nosso transporte público para que possamos deixar os carros em casa e andarmos nos coletivos, tendo a certeza da garantia de bons serviços e segurança, na Holanda as ciclovias (veja aqui como surgiram) tem a extensão de quase todo o país que, diga-se de passagem, é uns 4 quilômetros menor do que a cidade de Olinda (PE), mas grande em sua organização, planejamento urbano e administração.














Enquanto o turista, em Amsterdam, ainda está surpreso com o vai e vem das bicicletas misturadas aos veículos elétricos sobre trilhos, automóveis e ônibus, sendo pedalados ou dirigidos por pessoas que respeitam à sinalização, é impossível não se debruçar sobre umas das pontes que atravessam os canais da cidade e ter uma visão contemplativa.  Sabe por quê? Eles estão limpos. Isso mesmo, eles não têm dejetos, garrafas, móveis e todo lixo que faz parte da realidade brasileira. E os canais são navegáveis e habitáveis, porque aportados em suas margens estão embarcações que servem de moradia e comércio.






Amsterdam significa a junção de Amstel 
(nome do Rio que corta a cidade) e Dam - sinônimo de dique.









A Holanda é uma província do Reino dos Países Baixos, assim denominados porque estão abaixo ou no mesmo nível de altitude do mar. Portanto, ela tem o oceano como seu principal adversário porque, naturalmente, as águas tentam invadi-la. Na Holanda, o algoz é o Mar do Norte. E para contê-lo, ou melhor, obstruir e controlar a passagem de suas águas e também o resultado do degelo no verão, foram construídos vários quilômetros de diques rochosos e barragens.




Aparentemente calmo, o Mar do Norte banha a Holanda.







E nesse aspecto da retenção das águas, não podemos deixar de nos lembrar das ações pouco eficazes dos governos municipais em relação ao avanço do mar em várias praias  na Região Metropolitana do Recife, principalmente, nas cidades de Jaboatão dos Guararapes e Olinda. 



Torres de energia eólica.













Eis também a função dos moinhos de vento holandeses, o de drenar as águas que invadiam as terras destinadas à agricultura. Hoje, poucos são os moinhos em atividade, mas alguns são aberto à visitação. Atualmente, na Holanda o turista verá as torres de energia eólica.

Nesta época em que vamos decidir democraticamente o futuro do Brasil  é importante sabemos quais as propostas de governo dos candidatos à presidente em relação a gestão das águas e das energias renováveis. 




Além do encanto também das cidades de Rotterdam e Delft,  não poderia deixar de citar o encanto das tulipas holandesas que podem colorir qualquer jardim.




Agora a pausa para um chocolate quente delicioso....














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