Quanto você guarda?




A palavra “guardar” tem vários sentidos, como “armazenar” ou proteger algo, lembrar-se ou cumprir leis. Todos esses significados têm uma noção em comum: preservar alguma coisa.

Armazeno coisas para não perdê-las, protejo-as para não sofrerem danos, lembro-me de dados importantes; cumpro a lei para preservar o bom convívio na sociedade.

Você costuma guardar coisas porque tem espaço em casa e porque ainda podem ser úteis?

Ou porque são recordações?





Isso é comum e, salvo exageros, faz sentido. Todavia, muito do que guardamos pode ser inútil ou até prejudicial. 

Um exemplo são os ressentimentos, que carregamos como um peso no espírito e só fazem mal: “O espírito oprimido resseca os ossos”. Melhor, então, é jogá-los fora.

Outras pessoas guardam vários preconceitos, incluindo os religiosos e que cumprem zelosamente por medo de perder o sentido da vida.  Guardam-se os preconceitos como se fossem bichos empalhados, que até parecem vivos, mas não passarão disso.  

Portanto, todo o ser humano com maior compreensão sobre a vida, terá a preocupação de guardá-la, tornando-a útil em favor do outro. Guardar e preservar a vida e não as inutilidades que dela provém. 

(Pequeno trecho do livro “Presente diário”, vários autores, 2013)



Uma semana produtiva e de paz para você.








Um comentário:

  1. Em reação ao material, sempre minha mãe reclama do "cacarecos" que guarda em casa por simples recordação.

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