Eis a Marim dos Caetés



Ah, Olinda! Dos seus casarios e encantos mil. Olinda sob às lentes do fotógrafo Gleber Nova é só poesia em forma de imagem. Portanto, faça a leitura.


“Olinda

Tens a paz dos mosteiros da Índia

Tu és linda pra mim
És ainda
Minha mulher”


(Música Olinda, de Alceu Valença)

































Olinda tem seus encantos.

Como qualquer cidade histórica, aqui no Brasil, precisa, mais do que o necessário, contar com a conscientização dos moradores, administradores públicos e turistas para que mantenha a conservação dos seus monumentos históricos, das ruas, praças e avenidas.

Olinda, distante apenas seis quilômetros de sua cidade-irmã Recife, reina quase absoluta no carnaval pernambucano, exceto no sábado de Zé Pereira quando divide a folia com o Galo da Madrugada – clube que reúne milhares de pessoas.

Intensa no carnaval, nas suas ladeiras - ainda desenhadas por paralelepípedos - e “ao som dos clarins de momo” há uma só voz:


Olinda, este meu canto

Foi inspirado em teu louvor

entre confetes, serpentinas, venho te oferecer
Com alegria o meu amor

Olinda, quero cantar

À ti, esta canção

Teus coqueirais, o teu sol, o teu mar
Faz vibrar meu coração
De amor a sonhar, minha Olinda sem igual

Salve o teu carnaval”

(Hino de Elefante de Olinda, clube fundado em 1952, letra de Clóvis Vieira e Clidio Nigro)











Calada

O silêncio rompe a madrugada

Já não somos aflitos
Nem nada
Minha mulher

(Música Olinda, de Alceu Valença)







Tu voltas

Entre frutas verão que tu voltas

Abriremos janelas e portas
Minha mulher

(Música Olinda, de Alceu Valença)






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