Tantas guerras eu perdi...


[...]
Tantas guerras eu perdi
Por ter razão demais.
[...]

(Trecho da música “Venha”, de Luiza Possi)




Difícil nos controlarmos. Difícil também é calarmos, se acreditamos que  a razão é nossa.

Mas, quantas vezes o argumentar nos tornou menores, mais enfraquecidos quando deveria ser ao contrário. Ganharmos a “guerra”, a briga e levarmos vantagem na discussão, às vezes, nos leva ao arrependimento porque, geralmente, acabamos magoando quem não gostaríamos.

Se folhearmos alguns livros de auto-ajuda, encontraremos que toda discussão deveria ser evitada. Há um desgaste emocional, um sofrimento intrínseco pela dor de uma ofensa e pela falta de perdão.

Porque perdoar, cá entre nós, não é um sentimento fácil. Dizer eu lhe perdoo, sim. Mas, sentirmos o perdão em todas as fibras do ser, já faz parte da mais alta representação do amor - seja ele em que formato for. Isso sim, é o amor em ação. E a consequência do perdão é a paz mental e espiritual.

Penso que o perdão acontece, realmente, sem intenção e como fruto de um tempo inexorável que transforma as trevas em luz. Portanto, ao perdoarmos uma grande luz invade nossos espíritos.

Então, já que entrar numa briga ou desentendimento é fácil, rápido e simples, que tal pensarmos em suas consequências?

Evitarmos discussão e confrontes não é sinônimo de fraqueza, mas até certo porto de sabedoria.

Também se colocarmos mais lenha na fogueira, não iremos resolver o problema, mas podemos transformá-lo numa montanha intransponível. Mesmo porque, provavelmente, não estaremos agindo sob a luz da razão.

Então, é aconselhável nos controlarmos para evitarmos os aborrecimentos.

Vamos colocar ordem no nosso interior. Porque quem sabe, se ao olharmos os fatos de cabeça fria e sem dó de nós mesmos, o lado positivo aparece, as soluções chegam e a paz invade nosso espírito.

Para isso, precisamos agir com decisão.





Um ótimo início de semana. Vamos apostar em nós.

[...]
Ouça o silêncio que deixa
A alma livre pra poder cantar
E amar, e só.
[...]

(Trecho da música “Venha”, de Luiza Possi)






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