Do sublime ao humano: Mãe gosta de carinho



Mãe gosta de se sentir amada.
E de fazer denguinhos.

Mãe gosta de atenção.
E de prestar atenção.

Mãe gosta de ser ouvida.
E de compartilhar os segredinhos.

Mãe gosta de receber beijinhos e abraços.
E de dar cafuné.

Mãe gosta de receber afago.
E de fazer companhia.

Mãe gosta de receber carinhosos recadinhos.
E de dar risadas de felicidade.

Mãe gosta de tudo que vier do coração.
E de retribuir sempre.


Pelas ruas de Gramado - RS


Mãe é bobona, chorona, brincalhona, babona, brigona. Mãe perdoa, esquece e desculpa. Mas, mãe reivindica, aponta e julga. “E que a minha loucura seja perdoada, porque metade de mim é amor, e a outra metade também”(Oswaldo Montenegro).

Mãe é razão e emoção. Porque “uma parte de mim, pesa e pondera: outra parte delira. Uma parte de mim é permanente: outra parte se sabe de repente” (Ferreira Gullar).




Quem vai entender o coração de mãe? Só outra mãe. Só quem é preenchido por esse sentimento sublime e, ao mesmo tempo humano, que invade o peito e se expande ao infinito.

E tudo parece tão simples... Porque mãe deseja jamais ser esquecida. Então, mesmo quando o mundo ingrato, possa endurecer o coração de um filho, que todas nós sejamos lembradas nos 365 dias do ano. Afinal, somos humanas.

Parabéns para nós. Felizes todos os dias, mãe.


Minha mãe, Helena.

Gratidão eterna por aquela que me construiu como cidadã, que me ensinou à ética, honradez e dignidade, e me faz acreditar, todos os dias, que jamais devemos desistir de sermos, como pessoa, melhores do que ontem.  Obrigada, minha mamãe.






“Presente não é tudo. Minha filha foi mãe aos 18 anos e como ela precisava estudar, tomei pra mim a responsabilidade pela criação do meu neto. Tenho como um filho. E ontem eu recebi dele um abraço gostoso. Depois, ele me deu um batom. Fiquei tão feliz, não pelo batom, mas porque um dia antes eu tinha feito um comentário que estava precisando de batom. Na verdade, o que ele fez foi prestar atenção em mim e ele sempre conversa comigo. Minha filha já casou novamente, mas ela deixou de pedir minha benção e quando pode vem me ver. Mas, eu sinto por isso. Acho que toda mãe precisa de atenção.”

Zizi Xavier – 65 anos (uma filha e netos)



“Não faço questão de presentes, mas de afeto e amizade.”

Elaine do Nascimento – 35 anos (um filho)


“Não tem presente melhor para uma mãe saber que o filho está bem e com saúde. Pra mim, o Dia das Mães, soa para alguns filhos como pedidos de desculpas pela falta de atenção durante o ano todo. Aí no Dia das Mães, eles veêm com o presente. Filho tem que respeitar a mãe, amar e dar carinho e isso não existe dinheiro que pague. O presente deve ser compatível com o que o filho faz com a mãe o ano todo.”
Rute Cândida – 33 anos (duas filhas)
 




 

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