O reino da beleza de Anete Cunha






Óleo sobre tela, assinada e sem data, medindo 100 x 80 cm.





Óleo sobre tela, assinada e sem data, medindo 90 x 70 cm.





Óleo sobre tela, assinada e sem data, medindo 80 x 80 cm.




Óleo sobre tela, assinada e sem data, medindo 90 x 70 cm.





Óleo sobre tela, assinada e sem data, medindo 80 x 80 cm.





Óleo sobre tela, assinada e sem data, medindo 80 x 80 cm.





Óleo sobre tela, assinada e sem data, medindo 80 x 80 cm.




Óleo sobre tela, assinada e sem data, medindo 80 x 80 cm.

Um sentimento que move o ser humano é a paixão. Paixão pelo que faz, pelas pessoas, pelo mundo. E esse sentimento, a artista plástica Anete Cunha tem de sobra para envolver tudo que faz desde sua arte aos amigos. Aliás, ela adora viver cercada de amigos e brindá-los com os acordes de seu piano. Mas, é na pintura que essa pernambucana, nascida na cidade de Moreno, Região Metropolina do Recife, completa-se. Desde criança, Anete revelou seus talentos aos pais e ao mundo. Ela confessa que fazia do lápis de cor o seu pincel e plasmava o imaginário infantil nas paredes de sua casa. Era a expressão de sua “poesia particular e o olhar atento ao belo”, como define a poetisa Lourdes Sarmento, ao se referir à amiga.

Logo cedo, Anete perseguiu o domínio das técnicas de desenho e pintura das escolas de arte. Primeiro, buscou os cursos de desenho de Aurora Eleutério, na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro e depois à técnica de Maria Berthgrund, em Olinda. Na pintura, estudou com vários mestres, entre eles Pierre Chalita e Wandeckson Wanderley.

A pintura de Anete Cunha sempre revelou uma extraordinária sensibilidade para uma temática plural. Engenhos de açúcar, mar, natureza, frutas, pássaros, flores e até meditação já foram retratados pelas suas mãos, compondo exposições individuais e coletivas tanto no Brasil como na França, Itália, Portugal, Argentina e Estados Unidos.

E agora, recebo o convite da “Revivendo Toulouse Lautrec”, sua exposição individual que será aberta no dia 24 de julho, às 19 horas, na Galeria Ranulpho, Bairro do Recife. Sobre o pintor pós-impressionista, Anete afirma ao Tudo na nécessaire “Lautrec, apesar de ter nascido numa família rica, nobre e ser filho único, foi discriminado por ser deficiente físico. Mas, ele soube fazer da arte o seu refúgio. E numa época em que a fotografia dava os primeiros passos, Lautrec foi capaz de expressar com fidelidade, em seus quadros,  a boemia parisiense, os cabarés e as damas da noite.”

E nesta pequena amostra de cores e beleza, vista nos quadros acima, dá para perceber que a exposição de Anete Cunha é sucesso garantido e um programa imperdível. 

Beijo grande. Um ótimo final de semana e curta seus amigos neste seu Dia.

Revelando Toulouse Lautrec
De 24/07 a 10/08/2012
Horário: 10 às 18 horas, de segunda à sexta-feira.
Local: Galeria Ranulpho
Rua do Bom Jesus, n.125 - Bairro do Recife.


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