Celebrando a nossa arte





Estas esculturas, em barro, representam a segunda geração da família de
 Ana das Carrancas, artesã nascida em  Petrolina - PE. 

Ana das Carrancas foi uma das artistas mais reconhecidas no Brasil e exterior. Sua arte foi inspirada nas embarcações do Rio São Francisco. 

Os olhos vazados, nas esculturas, são um homenagem ao seu marido, que era cego.



Esculturas em madeira. Artesão - Mazinho, município de Lagoa Grande - PE










Estas flores belíssimas foram confeccionadas pela artesã Vera Brito, de Vicência - PE. 

Elas são feitas da palha da bananeira. 

O município de Vicência é um dos maiores produtores de banana.



Esculturas de José Verissímo, de Garanhuns - PE. 

Elas retratam o cotidiano da vida da mulher nordestina, sertaneja, guerreira, mãe e batalhadora.


O Mestre Vitalino fez escola e tem muitos discípulos. 

Os bonecos, esculpidos no barro, são de Manuel Eudócio, artesão do Alto do Moura, em Caruaru - PE.



Xilogravura do Mestre Jota Borges. 

Na Fenearte, você vai encontrar outros expositores da família Borges, incluindo Silvio Borges.



Banda de música, de Seu Heleno - artesão de Tracunhaém - PE.




Arte de José Lopes, do município de Glória do Goitá - PE. São os fantoches.
 

A dor de Maria junto ao seu filho Jesus.
Esta é  uma escultura de Zuza de Tracunhaém - PE. 
A arte sacra é muito presente entre os artesões da cidade.

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Passear pelo Salão dos Mestres, logo na entrada da maior feira de artesanato da América Latina, a Fenearte, é uma emoção indescritível, principalmente, para quem aprecia artesanato. Cada peça representa a cultura do nosso povo - do nordestino, do brasileiro, esculpida pelas mãos de gente simples, do campo, sertanejo, às vezes iletrado, mas que conseguiu transformar o barro, a madeira, a palha, o papel e tantas outras matérias-primas, existentes no seu ambiente, em arte, escultura, xilogravura, flores, talhas, tapetes e outras expressões.

Os mestres – os artesãos estão lá. Orgulho no peito, mãos ásperas, fisionomia de luta, olhar de vitória, eles são chamados de MESTRES porque fizeram seus discípulos, influenciaram e inspiraram outros artesões que têm também os seus trabalhos expostos que podem ser conferidos ao longo da feira.  Com um público diversificado, formado também por estrangeiros, artistas, intelectuais e políticos, a Fenearte só neste final de semana contabilizou um público de 94 mil pessoas. Vale conferir, oxente! 


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