A temperatura do amor








Existe uma temperatura para o amor? Uma forma de medir com anda uma relação? Comportamentos, gentilezas, recusas, ciúmes seriam o termômetro?

Faça o teste, respondendo com sinceridade, e descubra como pequenas reações no dia-a-dia podem fazer uma radiografia de como está a temperatura do casal.

  1. Seu companheiro não nota o seu novo corte de cabelo. Você:
a)    Fica ressentida.
b)    Faz alguma picuinha.
c)    Mostra o novo corte, usando bom humor e criatividade.

  1. Ele vai fazer um curso em outro país, que terá duração de alguns meses. Você:
a)    Sente-se insegura e abandonada.
b)    Imagina-o com outra mulher.
c)    Acolhe a ideia e compartilha, amorosamente.




  1. Quando seu companheiro chega em casa. Você:
a)    Continua o que estava fazendo.
b)    Conversa, enumerando os problemas da casa e do dia.
c)    Acolhe-o amorosamente, com beijos e abraços.

  1. No dia-a-dia, você:
a)    Não tem tempo para cuidar de nada que fuja da rotina.
b)    Espera que ele marque algum programa.
c)    Repara nos seus desejos e de vez em quando lhe faz alguma surpresa.

  1. Ele pede um cafezinho, uma sobremesa. Você:
a)    Responde: “Vai pegar”.
b)    Traz o que ele pediu, mas reclama.
c)    Traz o que ele pediu e junta ainda uns biscoitinhos.





  1. Seu companheiro toca algum instrumento musical. Você:
a)    Diz que não gosta de barulho em casa.
b)  Não se interessa pela música que ele está tocando porque tem mais coisas que fazer.
c)  Aproveita e chama os amigos para ouvi-lo e fazer do momento uma ocasião agradável.






  1. Quanto você está com ele na cama, vocês:
a)    Mantêm uma rotina já conhecida – boa, mas sem muito tempero.
b)    Vivem o pior momento do casamento.
c)    Brincam, riem e se entregam ao prazer.

“O amor só floresce quando descemos ao solo e plantamos as suas sementes nas pequenas coisas do cotidiano.”
Yvonne Vieira

Confira os pontos que você fez. Basta apenas contar 1 ponto cada resposta C. E veja como está seu relacionamento:

De 5 a 7 pontos = Seu relacionamento está quente porque você é generosa e capaz de ver o parceiro como ser independente. Aceita sua individualidade. Seu casamento ganha com sua capacidade de dar sem cobrar, de se sentir feliz ao ver desejos dele atendidos e de inventar sempre novos caminhos para o prazer. Continue assim, pois certamente sua energia positiva tem – ou terá – eco nas atitudes dele. E lembre-se: a gentileza semeia o amor e cuida do ambiente para que ele se desenvolva.

De 2 a 4 pontosMorno. É assim que está o seu casamento que, para você se confunde com grude. Não há espaço para individualidade entre vocês dois porque pode ser considerada como desamor. Sua dificuldade de identificar as necessidades e desejos dele a impede de lhe fazer surpresas. Sem vê-lo, você também termina por não se ver e, em consequencia, sente-se desvalorizada, com medo de perdê-lo. Atrapalhada, confunde gestos que poderiam ser expressão de amor com submissão.

Menos de 2 pontos = Você está no relacionamento frio. Às vezes você age como menina mimada, com dificuldades de lidar com as frustrações. A raiva pela não satisfação de eventuais desejos seus costuma se travestir em queixas ou rispidez. Autocentrada, você costuma ver nele apenas um colo para suas aflições. Prefere a certeza de ser amada a dançar com ele os movimentos do amor maduro.





Refletiu sobre o teste?

Este teste foi preparado pela Psicoterapeuta Yvonne Vieira que dá ainda alguns conselhos para manter a longevidade num relacionamento: Valorizar-se; ser gentil para gerar feedback; usar a espontaneidade para expressar seus sentimentos sem esperar que o companheiro descubra, o que nem sempre pode ser fácil; evitar culpá-lo por comportamentos que você pode contornar, como a observação sobre seu corte de cabelo. Reunir tudo isso e acrescentar um grande investimento na comunicação entre vocês. Mesmo o que pode ser considerado um detalhe, deve ser dito.


“O tempo do amor corresponde ao tempo do cotidiano, no qual tem trabalho, tem dificuldade, tem paixão, tem encontros e desencontros.”
Tânia Mara Vieira Sampaio


Fonte de consulta: Revista Cláudia, n.5, ano 33, maio 1993.




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