Cuidado com o colchão

Você fica rolando de um lado para outro, no seu colchão, até encontrar uma boa posição para dormir? Nele existem depressões ou formas irregulares quando você se senta? Ele está desnivelado ou é confortável em apenas alguns lugares? Você ouve ruidinhos quando se mexe?









Se sua resposta foi sim para essas perguntas, coloque as mãos no bolso porque está na hora de gastar comprando um colchão. Você também não deve ter observado o prazo de validade do seu colchão, não é?

Todo o colchão tem um prazo de validade que varia entre 6 meses a 5 anos, dependendo do material em que foi fabricado, segundo Vitória Régia Farias de Melo, gerente da loja Ortobom, do Espinheiro, em Recife. Acabou o prazo de validade e as condições de uso não foram adequadas, ou seja, você não utilizou capa protetora, não fez rodízio de lados mensalmente, também abusou em fazer as refeições sobre ele e transpira muito,  provavelmente seu colchão está condenado à troca. 


 Vitória explica que, atualmente, é costume as pessoas viverem mais nos quartos do que em outra dependência da casa. É neste ambiente que existem particularidades como computador, som, televisão e outros objetos pessoais que fazem as pessoas sentarem-se em determinados cantos do colchão com mais freqüência. Além disso, quando se tem crianças em casa, elas costumam se jogar, ficam em pé e até pulam sobre ele. Não deixa de ser um momento delicioso, mas o colchão foi projetado para dormir. Portanto, receber o corpo de forma horizontal. 


E se você está imaginando que chegou a hora de trocar de colchão, preste bem atenção qual o melhor tipo estará mais adequado. Existe uma variedade de modelos, preços e comodidades. Entretanto, os três tipos mais comuns são os colchões de mola, espuma ou caixa ortopédica.



Chegar à loja procurando um colchão ortopédico é de praxe de quase todo o cliente que, geralmente, pensa que ele deve ser duro ou fabricado com madeira. Muitas pessoas desconhecem que um colchão ortopédico é aquele que cede, proporcionalmente, às curvaturas do corpo, em perfeito formato anatômico e sem que ele afunde, esclarece Vitória Régia. 


Treinada regulamente pela fábrica, assim como os seus vendedores, Vitória cita um exemplo: pense numa pessoa deitada e alguém tira uma foto. Com o auxílio de um computador e o photoshop (editor de imagem) você retira o colchão e visualiza apenas a pessoa. Se ela estiver com uma coluna e postura natural, como se estivesse flutuando no ar, este colchão é ortopédico.


Todo o colchão leva em consideração seu peso e altura que determinará a densidade da espuma ou mola ideal para você. A densidade, segundo a Associação dos Fabricantes de Espuma, representa a capacidade do colchão por metro cúbico. Existe uma tabela de adequação.





 


Mas, é necessária a orientação de um vendedor. Ele irá questionar qual o tipo de colchão que você já utiliza e se gosta. Não adianta você mudar de espuma para mola, caixa ortopédica ou látex e depois se sentir um estranho no ninho. Outro conselho é levar seu companheiro ou companheira à compra. Existem fabricantes que podem fazer colchão sob medida para pessoas com pesos bastante diferenciados. Há uma variedade de opções e o surpreendente é que, anualmente, os fabricantes lançam suas coleções, como a Ortobom, demonstrando que as pesquisas avançam para nos oferecer maior conforto e saúde.







Portanto, quando você for à loja, não tenha vergonha. Deite-se. Prove o colchão e retire todas as dúvidas. Afinal, você passa a maior parte de sua vida dormindo. Uma boa noite de sono faz uma grande diferença no humor e na sua disposição para encarar as atividades do dia. 

E atenção mamães! Já existem colchões para evitar que os bebês se sufoquem por causa do refluxo. Não é uma boa notícia?






Não se esqueça: No ato da compra, verifique o selo de garantia e qualidade conferido pelo fabricante. 
                                                                    Bom sono!


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