Decida o futuro de seu filho



 A Revista Cláudia, na sua edição comemorativa de 50 anos de existência, publica  as 50 decisões que os pais devem tomar para tornar seus filhos adultos felizes e realizados.

Difícil tarefa, podemos afirmar, já que não existe manual. Entretanto, a Revista escutou os papas da educação e psicologia e eles aconselham vários caminhos, os quais passamos a divulgar, resumidamente, para os leitores do Tudo na nécessaire.

 As decisões consideradas vitais são:

  • Dar uma educação multicultural, deixando-os conviver com o diferente: religião, pessoas, línguas, viagens etc.
  • Ser muito mais amigo(a) do seu filho.
  • Trazer os colegas dele para perto, justificado porque a maior parte dos adolescentes começou a usar drogas por incentivo de amigos.


  • Dar mesada, começando aos 12 anos.
  • Não exigir muito, nem muito pouco, ou seja, ter o equílibrio.
  • Ensinar a ouvir e fazê-lo entender o ponto de vista do outro. Comece ensinando-os a prestarem atenção nas suas palavras.
  • Não ter medo dos games porque existem jogos que desenvolvem o raciocínio.

  • Valorizar o estudo e não o sucesso. Dizer ao filho que cada ano de escolaridade equivale a um aumento de 15% no futuro salário. Afirmar que a educação é a porta do sucesso.
  • Fazer com que ele tenha várias turmas. A partir do momento que ele se relaciona com mais pessoas, diminui a chance de sofrer bullyng.
  • Promover o espírito empreendedor. Aos mais novos, chame-os para ajudar nas tarefas como arrumar os brinquedos e a cama. Aos mais velhos, podem administrar a mesada.



  • Adotar a comunicação positiva. Elogiar suas qualidades.
  • Não se contentar com o boletim. Acompanhe as tarefas diárias.
  • Discutir soluções. Se ele quebrou o vaso da avó, pergunte: E agora, o que faremos?
  • Trocar a babá pela escolinha. Pesquisas indicam que crianças com um bom pré-escolar serão melhores estudantes no futuro.
  • Dar a bronca-sanduíche, ou seja, se for chamá-lo atenção comece elogiando e termine também desta forma. A bronca ficará no meio da conversa.
  • Falar bem do seu trabalho. Afirmar que seu trabalho diário é fonte de prazer.
  • Informar-se sobre as novas vacinas. Prevenir é o melhor remédio.
  • Estudar seu filho. Leia sobre educação. Pais informados têm mais chances de avaliar o processo de crescimento do filho e as mudanças.
  • Adotar cedo o check-up anual. Ir ao médico, regulamente, com forma preventiva e não para cura.
  • Aliviar a agenda. Criança precisa brincar e descansar. Stress baixa a imunidade.
  • Esbanjar carinho. Crianças amadas lidam melhor com problemas na fase adulta
  • Não ser inimiga do brigadeiro. Dietas rígidas causam dribles quando eles não estão na frente dos pais.
  • Mimar menos. Algumas vezes dizer não.
  • Diversificar a programa do fim de semana.

  • Transmitir conhecimentos em casa. Crianças que não escutam boa música, não leem e não frequentam teatros, cinemas, livrarias etc., não terão esses interesses quando adultos.
  • Fazer uma previdência-educação, visando a faculdade e viagens. É uma poupança.
  • Investir na bolsa de valores. Pode ser em nome da criança.
  • Ensinar seu filho a poupar.
  • Investir em bons colégios. Mas, lembre-se que as boas maneiras, ética, respeito ao próximo e a natureza se aprendem em casa.
  • Ir à feira sempre.
  • Adotar superalimentos. Ensiná-lo a diferenciar desde cedo quais são os alimentos saudáveis.
  • Estruturar a rotina alimentar para garantir um bom funcionamento do instestino, com 6 refeições ao dia.
  • Reunir a família à mesa e conversar.
  • Limitar lanches pizzas para reduzir os riscos de hipertensão e outras complicações futuras.

  • Não usar comida como moeda de troca.
  • Caprichar no cálcio.
  • Controlar o peso do seu filho. Crianças obesas, provavelmente, serão adultos gordinhos.
  • Dar o exemplo nas suas atitudes.
  • Incentivar a prática esportiva.
  • Insistir diante da falta de aptidão. Se ele não joga futebol, faz natação...
  • Ser coach do seu filho. Seja seu técnico e ajude-o a tomar decisões.
  • Preferir morar em um condomínio com área de lazer ou uma casa com quintal.
  • Trocar o carro pelo tênis, estimulando-o a andar. Mexer-se.

  • Assumir o papel de mentores. Em vez de impor regras, pegue na mão de seu filho e vá mostrando o caminho.
  • Abolir a frase: “É porque estou mandando”. Procurar explicar o porquê das decisões.
  • Valorizar as tarefas domésticas para fazê-lo colaborador.
  • Não evitar a dor, mesmo porque na vida ele irá se confrontar com várias situações.
  • Colocar filtro no computador, ou seja, monitorar as páginas consultadas da internet.
  • Não permitir que a criança tenha perfil no facebook porque ela ainda não tem condições de avaliar os riscos.
  • Adotar práticas sustentáveis, ensinando-o a reciclar e ter atitudes que respeitem o meio ambiente.
Como vimos, a maior parte dessas atitudes está alicerçada no exemplo dos pais. Portanto, mãos à obra porque educar não é fácil. Boa sorte!





Um comentário:

  1. É amiga, como é difícil a educação. Não é fácil nós nos administrarmos, pensarmos, agirmos... O que dizer de instruir, direcionar nossos pimpolhos?
    Bjs, Sandra

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