Revistas de consultório



Adoro revistas de consultório, aquelas bem antigonas que folheamos para passar o tempo, já que é raro irmos a um médico e sermos atendidos no horário marcado. Mas, pensando positivamente, se conseguimos marcar um horário, mesmo que fictício, ainda somos mais felizes do que milhões de brasileiros que dependem da saúde pública e que passam meses para serem consultados, ou até mesmo anos para se submeterem a uma cirurgia, algumas tidas como urgentes, mas tratadas como se fossem eletivas pelo Sistema Único de Saúde, o SUS.

Mas, no tic-tac do relógio urbano, que parece correr mais rápido do que a nossa ansiedade, a espera num consultório se torna um martírio. E é nesta hora que, na nossa cabeça, passam vários quadros por segundo de tudo que estamos deixando de fazer para estar ali, tendo como som de fundo o barulho irritante de um telefone tocando, que não é o nosso, obviamente,  mas o da atendente ou secretária. Aliás, não sei como muitas atendentes conseguem fazer ouvidos de mercador e só atendem as chamadas depois da terceira ou quarta tentativa da pessoa que está do outro lado da linha. Também é, nesta ocasião, que pensamos que nas horas vagas poderíamos prestar serviços de telefonista J dando-lhes uma mãozinha. Mas, o certo mesmo é que ficamos lembrando o quanto foi difícil marcar a tão esperada consulta.

Daí, você começa a procurar o que fazer para não entrar naquelas conversas de comadres, que não se encontram há anos, e não se vê também falando “aconteceu comigo, com o vizinho, com um amigo...” cada um contando o seu caso e você torcendo para não ser o próximo a entrar na estatística.

 Aliás, penso que o único médico onde se torna agradável a conversa, na sala de espera, é quando levamos um filho ao pediatra – diga-se de passagem, numa visita de rotina. Aí sim, como criança não pára quieta, faz do consultório uma caça ao tesouro, descobrindo onde pode mexer e se divertir. Se formos marinheiros de primeira viagem, estabelecer uma conversar com a nossa vizinha de espera, passa a ser uma questão de sobrevivência da espécie mãe. É bom que se diga que, quando estamos vivenciando esta fase, nem sempre estamos tão dotadas da paciência que requer a energia de um pimpolho. Depois, sentiremos saudades. Vai entender!?

Nos consultórios médicos, eu prefiro mesmo é ler as revistas. Aquelas, com capas descoladas, não no sentido de excelentes e atualizadas, mas de sem colas mesmo. Porque são nestas revistas que encontramos reportagens atemporais.

E esta eu encontrei na Revista Marie Clarie, de outubro 2009 e compartilho as informações com vocês.






Um protetor para cada rosto

Usar uma textura que não combina com sua pele pode resultar em vermelhidão, coceira, excesso de oleosidade e até acne. Para acertar na escolha, confira as dicas da dermatologista Consuelo Arruda.

Pele seca e envelhecida: Seu produto ideal é o creme porque é mais gorduroso e forma um filme sobre a pele que impede a saída da água.

Pele desidratada: Use uma a loção ou emulsão porque combina óleo e água, proporcionando uma hidratação prolongada.

Pele oleosa, mista ou com tendência a acne: Aplique o gel. Ele é rico em água e livre de gordura e álcool. Além disso, tem textura fina que é absorvida rapidamente.

Pele normal, oleosa e sensível: Compre sérum, fluído ou gel-creme porque é fabricado com água e óleos leves, conferindo toque seco e suave.

Pele normal: Use spray. Ele tem boa textura e ganha pontos extras pela facilidade de aplicação em áreas difíceis de alcançar como as costas. Geralmente é livre de óleo.


Um comentário:

  1. Gosto de ver as revistas "Caras" e destesto folhear as "Vejas" ou "Isto é" antigas e deterioradas. E as de programação de canal a cabo? É um horror! rsrs

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Obrigada pela visita.