A geração determina

Vocês sabiam que, de acordo com a nossa geração, os especialistas pressupõem como somos e como serão os nossos comportamentos enquanto pais?



 
Veja o que dizem:

Geração Baby Boomers (faixa etária entre 46 a 65 anos), ou seja, do pós Segunda Guerra Mundial:
São pessoas que romperam com a educação tradicionalista e encabeçaram movimentos pelo amor livre e pela emancipação das mulheres, nos anos 1960 e 1970. São idealistas e ofereceram uma educação menos rígida aos filhos. Começaram também a trabalhar cedo.


Geração X (faixa etária entre 30 a 45 anos):
Pessoas que nasceram quando a TV chegava à maioria dos lares brasileiros e se instaurava a cultura do consumo. Enfrentaram a recessão econômica e hoje procuram dar aos filhos o que não tiveram. São adeptos da educação baseada no diálogo.

Geração Y – Juventude digital (faixa etária entre 20 e 29 anos):
Formada por jovens que conheceram a tecnologia cedo e são extremamente hábeis para operar as ferramentas digitais. Desfrutam das facilidades materiais e são apegados aos seus bens. Buscam qualificação antes de entrar no mercado de trabalho e esperam retorno rápido desse investimento.


Geração Z – Juventude digital - (faixa etária entre 12 e 19 anos):
Jovens multifacetados. É rápida. Transita em alta velocidade por diversos interesses. Ouve música, fala ao celular, navega na internet...tudo ao mesmo tempo. Muda de opinião assim como troca o canal da TV (não por acaso, a letra Z vem do verbo zapear). São consumistas e preocupados com a aparência desde cedo. Exibem-se nas redes sociais e cultuam a própria imagem, fotografando-se e filmando-se. São bem informados e questionadores. Orientam-se pelas pessoas que admiram. São coerentes entre o discurso e a prática. Respeitam a natureza e querem colaborar com outras pessoas.

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/criancas-que-usam-computador-por-muito-tempo-tem-mais-problemas-psicologicos-20101011.html

Geração Alpha (até 11 anos):
Crianças que já nasceram num mundo conectado em rede, o que certamente influenciará de maneira decisiva na formação deles.

Esta reportagem saiu na Revista Cláudia, deste mês, p. 144-146, com o título “O Z da questão”, da qual sou assinante.
Tenho a geração Z, lá em casa. Um casal, precisamente. Meu marido e eu somos da geração X. Como educar é um desafio diário e não tem receita, a aprendizagem com os filhos é bilateral, baseado no respeito e muito amor. É essencial ter muita dedicação e atenção para necessidades  deles e impor-lhes limites. Acreditamos que um dos caminhos é começar a dizer não já na fase do engatinhar. Explicar o por que de tudo e conversar sempre. Será nessa conversa que, muitos de nós, vamos ter que superar algumas barreiras impostas pela educação, que recebemos dos nossos pais, para poder chegarmos perto, sermos amigos, companheiros, confidentes, cúmplices, aliados e experientes para aconselhar, sem nos impor.



É fato que a criança entende desde cedo a ouvir e podemos quebrar as suas chantagens emocionais. O que pode ser engraçado um dia, com a frequência poderá nos levar a situações vexatórias ou  a alimentar vícios e atitudes que trarão problemas mais adiante. Como pais, estamos semeando todos os dias para formar o cidadão ou cidadã integra(o). É muito importante, dar-lhes logo cedo, um rumo religioso. A religião, seja ela qual for, poderá ser uma grande aliada para tentarmos evitar muitos desvios de conduta.

Mesmo assim, são tantas situações que necessitarão do nosso discernimento que, por mais livros e reportagens que tivermos lido, haverá momentos que fugirão dos conceitos e teorias dos maiores estudiosos em comportamento e/ou de quaisquer lições que tenhamos, um dia, aprendido.

Daí... recordo-me que, no ano passado, conversando com uma médica amiga que já estava próxima a parir, ela me confidenciou que estava com receio de ser mãe porque tinha conversado com um casal de amigos, ambos pediatras, sobre a maternidade/paternidade. Ao contrário do que ela esperava ouvir, eles disseram que agora estava aprendendo com o filho.

As imagens utilizadas, exceto a última, foi retirada do banco de imagens "Weheartit.com".

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