O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em você











Excelente início de semana. 


Se tiver um tempinho, assista o vídeo.









Torta Charlotte em 4 passos





E o que tem para hoje?

Torta de chocolaaaaaaate feito pela vovó.




Minha mãe foi passar o final de semana conosco e resolveu levar uma torta para os netos. Delícia!

Perguntamos a receita.

Ela respondeu: - Eu vi a receita num caça palavras. Massssss, eu modifiquei um pouquinho.

Lógico. Se isso não acontecesse, não seria minha mãe .

Ela tem 86 anos, lê romances, faz caça palavras para exercitar a memória e ginástica para manter a vitalidade do corpo. Tem um pé na estrada, se chamá-la para passear. Tem espírito jovem e por isso é confidente dos netos.

Vamos à receita (não é para manter o espírito jovem):

Ingredientes:

200 gramas de margarina sem sal
200 gramas de açúcar
2 gemas
200 gramas de biscoitos maisena
200 gramas de passas
2 latas de creme de leite (deixar na geladeira por 24 horas)
1 lata de leite condensado
4 colheres (sopa) de chocolate em pó
5 bombons Serenata de Amor (deixar na geladeira até usá-los)




1º Passo: Creme

Com a batedeira, bata a margarina, o açúcar e as gemas. Depois, misture o creme de leite sem soro (como ele está gelado, vai facilitar a separação) e as passas.

2º Passo: Intercalar o creme com o biscoito

Forre uma travessa com biscoitos.
Use um pouco do soro para molhar os biscoitos.  
Despeje um pouco do creme e espalhe cobrindo os biscoitos. Intercale as camadas, até o creme acabar. Leve ao congelador por 45 minutos.

3º Passo: Brigadeiro

Numa panela despeje o leite condensado e o chocolate em pó. Mexa até desprender do fundo da panela. Acrescente o restante do soro retirado do creme de leite.
Despeje sobre o creme.

4º Passo: Decorar

Pique os bombons e jogue por cima da torta. Leve à geladeira.






Torta pronta, testada e aprovada.




Quem me chama de meu amor, nem sempre me ama, mas se defende







Detesto quem quer camuflar a falta de educação, paciência, tolerância, empatia e outros sentimentos que poderiam fazer amigáveis as relações humanas. Este comportamento nós encontramos, geralmente, em quem tem como função prestar serviços.


Então, eu conto o caso como o caso foi...

Tive uma professora na faculdade que dava aula no final do horário, já bem perto do horário de almoço. Como é de praxe, os professores dizem que podem ser questionados, mas quando o aluno levantava a mão para tirar uma dúvida (porque contestá-la jamais), ela parava e dizia:

- Meeeeeeeeuuuuu amoooooooooorrrrrrrrr

E desenrola a resposta, demonstrando aborrecimento.

Chegamos à conclusão, nós pobres mortais e alunos, que o “meu amor” era dito com impaciência e tinha o tom de humilhar. Quando alguém ouvia “meu amor”, era o mesmo que dizer “recolha-se à insignificância”.

Resultado: 

Os alunos perguntavam entre si: Hoje, nós temos aula de quem?

E alguém respondia: De Meeeeeeeeuuuuu amoooooooooorrrrrrrrr.

Semana passada, eu fui reclamar porque uma atendente mal humorada não me tratou adequadamente. Ela começou: - Meu amor...

Não pude conter-me e disse: Explique-se, mas não me chame de meu amor.


Porque amor mesmo não é um sentimento banalizado. 
Ele é envolvente, sentido, vivido e causa bem estar e alegria... 
Jamais incômodo.










Viagem de trem para o Canadá





É comum alguns turistas brasileiros ficarem em dúvida se devem ou não viajar de trem de um país para o outro, já que não temos bons serviços ferroviários aqui no Brasil.




Ir dos Estados Unidos (Nova York) para o Canadá (Montreal), uma ótima opção é usar o trem, à noite.

Os vagões são confortabilíssimos, melhores que muitos aviões, e o passageiro tem condições de descansar bastante, porque as poltronas são reclináveis, há apoios para os pés -  que permitem que o corpo fique quase na horizontal. Em cada poltrona existe uma mesa de apoio também.




Os banheiros são muito higienizados. Os compartimentos para bagagens têm espaço suficiente para acomodar bem as malas.

No comboio, um vagão é destinado à lanchonete. O turista encontra bolos, salgados, saladas, sanduíches, refrigerantes, sucos industrializados e café. Na lanchonete também se tem conexão com a internet, pela Companhia Amtrak, e funciona muito bem.


Viajar com os filhos é tudo de bom, em qualquer idade.


O trem não ultrapassa 80 km/hora. Com essa velocidade, o turista pode apreciar a bela paisagem que vai se desenrolando a sua frente.









Viajamos numa época fria, por opção. Os lagos estavam congelados, casas e carros cobertos de neve – uma paisagem diferente do que nós estamos acostumados no Nordeste do Brasil.

Há certa altura da viagem, o trem para e o serviço de emigração canadense, fortemente armado - mas com fiscais educadíssimos, faz a vistoria nos passaportes de todos os passageiros.

É uma viagem que eu recomendo. 




Tudo é tão desigual






"Oh! Mundo tão desigual

Tudo é tão desigual

Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô!








"Oh! De um lado esse carnaval






"De outro a fome total

Ô Ô Ô Ô Ô Ô Ô!"


(A Novidade, de Gilberto Gil)


Fotos: Gleber Nova


“Ninguém pode assistir a outrem, com eficiência, se não procurou a edificação de si mesmo; ninguém medicará, com proveito, se não adquiriu o espírito de boa-vontade para com os que necessitam, e ninguém ensinará, com segurança, se não possui a seu favor os atos de amor ao próximo, no que se refira à compreensão e ao auxílio fraternais...”
                                                                                           Emmanuel



Bom início de semana.







Para não dizer que não falei das flores








Ingratidão é assim:

A pessoa está com uma cesta de flores na mão e vai andando numa avenida, cantarolando e jogando as pétalas para formar um lindo tapete. De repente, alguém coloca um paredão na sua frente. A florista, então, bate a cabeça no paredão e fica tonta.

Minutos depois, a florista não sabe ainda o que aconteceu. Mas aos poucos, ela vai voltando à realidade e se dá conta que algumas pessoas não estão preparadas para andarem sobre um tapete de flores porque:




Quando reclamávamos das situações favoráveis, minha mãe sempre disse:

“Uns choram porque apanham, outros porque não lhe dão”.

Sabedoria!