Lasanha de macaxeira




Ôoooba lasanha de macaxeira!

Já está com água na boca? Pode ficar mesmo porque é uma delícia. Como amo tudo que é feito com macaxeira (ou aipim) minha mãe me deu esta receita, tipicamente da culinária nordestina.

A receita é simples. Você vai precisar apenas de:

2 kg de macaxeira ou aipim
600 gramas de carne moída
1 sachê de molho de tomate
600 gramas de queijo mussarela
1 colher (sopa) de margarina

Modo de fazer:




Comece cozinhando a carne moída, temperando de acordo com o seu gosto. Reserve.

Em seguida, descasque a macaxeira, corte-a em pedacinhos e cozinhe com água e sal. Quando a água secar e a macaxeira estiver bem molinha, amasse-a com um garfo e misture uma colher (sopa) de margarina.


Espalhe numa refratária os ingredientes, obedecendo a seguinte ordem:

  1. Carne moída
  2. Macaxeira
  3. Queijo
  4. Molho de tomate.

Continue intercalando as camadas até terminar. A última camada será do queijo mussarela. Leve ao forno para gratinar. Essa lasanha não leva molho branco. Delícia! Hummmmmmmmmmmmmmmmmm. Gostoso, essa foi feita pela mamãe.








Coisinha chata, mas necessária


“O que mais me irrita é o tempo que eu gasto na depilação, principalmente, porque nas pernas meus pêlos são bem fininhos e dão trabalho para retirá-los.”
                               Pollyana – 25 anos


E você? O que mais lhe irrita na depilação? Um pelinho encravado, o tempo gasto, a dor, o constrangimento ou a mesmo ter essa obrigação que remonta às mulheres do antigo Egito porque foram as primeiras a usar cera para eliminar os pelinhos indesejados? Você pode responder para si mesma que é a reunião de diversos fatores e, com certeza, sua opinião será seguida pela maioria das mulheres e  de muitos homens que aderiram à depilação. Depilar-se é mesmo um procedimento chato, cansativo, contudo necessário porque é um ato de higiene corporal. 

Muitos são os métodos utilizados, desde a lâmina à cera e ao depilador elétrico. Mas, seja qual for o método que você utilize, alguns cuidados básicos podem facilitar a remoção dos pêlos:

- Três ou quatro dias antes, faça uma esfoliação para favorecer a remoção dos pelinhos encravados.

- Tome um banho quente. Ele também ajuda na dilatação dos poros e na retira dos pêlos.

- Passe gelo para adormecer o local, antes de usar a cera, porque diminui a sensibilidade e você sentirá menos dor.

- Troque a lâmina, regularmente, se você é adepta deste método. As lâminas em contato com a umidade enferrujam e passam de aliadas para vilões porque oferecem riscos à saúde. 


- Não use lâmina quando a pele estiver seca. O ideal é fazer uma espuma com sabonete líquido.

- Evite se depilar com esteticistas que reaproveitam a cera, porque ela pode ter sofrido contaminação e provocar inflamações.

E depois de se depilar, lave as partes do corpo com sabonete antisséptico. Em seguida, use um bom hidratante.  Mas, se você quiser ter menos trabalho (ufa!), faça uma opção pela depilação à laser.



Sentimentos perversos


Você tem esses sentimentos?

1. Tendência ao isolacionismo.

2. Indisposição para decidir e pensar.

3. Vazio íntimo inexplicável.

4. Indefinição nos sentimentos.

5. Vontade de parar e desistir de tudo, sem nada fazer.

6. Desejo de chorar.

7. Irritação com tudo e com todos.

8. Sentimento de impotência por achar que não suportará as responsabilidades assumidas.

9. Exagerada preocupação com problemas de fácil solução.

10. Forte apelo para deitar e dormir por tempo indeterminado.

São sintomas como esses, que surgem sem motivos plausíveis, quando conjugados três ou mais simultaneamente podem caracterizar uma depressão intermitente. Quando persistem, podem reduzir os períodos de intermitência e tornarem-se um quadro clínico conhecido como depressão crônica.

As depressões são cursos intensivos de aprendizado na descoberta de velhas mazelas da alma, das quais estamos fugindo há milênios. É um sintoma do quanto temos caminhado sem buscar a conexão com nossa luz própria.

Na escuridão da tristeza existe uma mensagem sagrada de libertação
.
Perante as depressões, anotemos o recado singular que parte das regiões mais ignoradas e sufocadas de nosso ser: Deus está nos dizendo que podemos e merecemos ser felizes.
Ermance Dufaux

Tenha sempre familiares e amigos por perto que lhe ajudarão a superar a depressão. Bom início de semana.

Do sublime ao humano: Mãe gosta de carinho



Mãe gosta de se sentir amada.
E de fazer denguinhos.

Mãe gosta de atenção.
E de prestar atenção.

Mãe gosta de ser ouvida.
E de compartilhar os segredinhos.

Mãe gosta de receber beijinhos e abraços.
E de dar cafuné.

Mãe gosta de receber afago.
E de fazer companhia.

Mãe gosta de receber carinhosos recadinhos.
E de dar risadas de felicidade.

Mãe gosta de tudo que vier do coração.
E de retribuir sempre.


Pelas ruas de Gramado - RS


Mãe é bobona, chorona, brincalhona, babona, brigona. Mãe perdoa, esquece e desculpa. Mas, mãe reivindica, aponta e julga. “E que a minha loucura seja perdoada, porque metade de mim é amor, e a outra metade também”(Oswaldo Montenegro).

Mãe é razão e emoção. Porque “uma parte de mim, pesa e pondera: outra parte delira. Uma parte de mim é permanente: outra parte se sabe de repente” (Ferreira Gullar).




Quem vai entender o coração de mãe? Só outra mãe. Só quem é preenchido por esse sentimento sublime e, ao mesmo tempo humano, que invade o peito e se expande ao infinito.

E tudo parece tão simples... Porque mãe deseja jamais ser esquecida. Então, mesmo quando o mundo ingrato, possa endurecer o coração de um filho, que todas nós sejamos lembradas nos 365 dias do ano. Afinal, somos humanas.

Parabéns para nós. Felizes todos os dias, mãe.


Minha mãe, Helena.

Gratidão eterna por aquela que me construiu como cidadã, que me ensinou à ética, honradez e dignidade, e me faz acreditar, todos os dias, que jamais devemos desistir de sermos, como pessoa, melhores do que ontem.  Obrigada, minha mamãe.






“Presente não é tudo. Minha filha foi mãe aos 18 anos e como ela precisava estudar, tomei pra mim a responsabilidade pela criação do meu neto. Tenho como um filho. E ontem eu recebi dele um abraço gostoso. Depois, ele me deu um batom. Fiquei tão feliz, não pelo batom, mas porque um dia antes eu tinha feito um comentário que estava precisando de batom. Na verdade, o que ele fez foi prestar atenção em mim e ele sempre conversa comigo. Minha filha já casou novamente, mas ela deixou de pedir minha benção e quando pode vem me ver. Mas, eu sinto por isso. Acho que toda mãe precisa de atenção.”

Zizi Xavier – 65 anos (uma filha e netos)



“Não faço questão de presentes, mas de afeto e amizade.”
Elaine do Nascimento – 35 anos (um filho)

“Não tem presente melhor para uma mãe saber que o filho está bem e com saúde. Pra mim, o Dia das Mães, soa para alguns filhos como pedidos de desculpas pela falta de atenção durante o ano todo. Aí no Dia das Mães, eles veêm com o presente. Filho tem que respeitar a mãe, amar e dar carinho e isso não existe dinheiro que pague. O presente deve ser compatível com o que o filho faz com a mãe o ano todo.”
Rute Cândida – 33 anos (duas filhas)
 




 

Do sublime ao humano: Ruim com Mary, pior sem Mary



Já está chegando a hora de ir
Venho aqui me despedir e dizer
Em qualquer lugar por onde eu andar
Vou lembrar de você
Só me resta agora dizer adeus
E depois o meu caminho seguir
O meu coração aqui vou deixar
Não ligue se acaso eu chorar
Mas agora adeus
[...]
(Despedida, de Roberto Carlos)

Despedida dói. E se for todo o dia, dói mais ainda. Não estamos falando da despedida tipo nunca mais e para sempre, mas o até breve ou até daqui a algumas horas. E é mais ou menos isso que acontece com as mães que precisam retornar ao trabalho, depois de alguns meses de licença-maternidade. Acostumei cada filho, ainda bebê, a me ver entrando no carro e saindo para o trabalho. Nada escondido. Aos poucos, eles foram se acostumando. Mas, a cada tchau diário, um aperto no coração e uma vontade de ficar juntinho porque “eu gosto de você, e gosto de ficar com você. Meu riso é tão feliz contigo, o meu melhor amigo é o meu amor” – (Tribalista).


Mas, é preciso voltar ao batente e conciliar. Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, 2009, Editora Objetiva, conciliar é conseguir acordo entre pessoas ou entrar em acordo com outrem, é ficar em paz, tranquilizar-se, harmonizar-se. Dá para concluir,  sabendo deste conceito, que independende da profissão que exerçamos, é muito dificil conciliar os vários papéis sociais que a mulher tem, mas também isso não quer dizer que não consigamos. Na verdade, esse enfrentamento diário, faz parte de uma realidade social onde uma nova estrutura familiar, foi imposta pelas mulheres que escolheram ter autonomia financeira, ser profissionais, competitivas e produtivas. Mas, ficar tranquila passa um pouco longe de nós, que temos de deixar os nossos filhos na mão de terceiros, principalmente, das babás. E um dos desafios é encontrar alguém que retribua a nossa confiança e trate nosso filho como se fosse também seu. Se você encontrar essa pessoa, como eu encontrei, trate-a a bolo de chocolate e brigadeiro porque à pão-de-ló é pouco.
Nas muitas confidencias entre amigas, com as dificuldades quase comuns para obedecer ao sentido de conciliar, certa vez uma delas me contou que tinha conseguido contratar uma babá. Logo na apresentação, a babá disse: "comece a me chamar de Mary. Eu não gosto do meu nome Maria. Se me chamar de Maria, eu não atendo." Em seguida, fez outras exigências que foram aceitas. 

Com o tempo, Mary tomou espaço e foi administrando quase tudo na casa. E quem tem ou teve empregado doméstico sabe o quanto isso acontece.  Mas, a minha amiga também me confidenciou: "Tem dias em que eu fico tão irritada com Mary que tenho vontade de dispensá-la. Mas, sempre repenso a ideia depois de um final de semana, onde R.(marido) não perde um futebol. E quando Mary chega na segunda-feira, eu fico aliviada porque, finalmente, terei com quem dividir as tarefas". Minha amiga além de advogar, fazia sua pós-graduação.

http://mulhersementevermelha.blogspot.com.br/2011/01/mulher-e-o-mundo-do-trabalho.html

Alguém, do outro lado da telinha, entende essa situação? Com certeza, sim. Porque se outro desafio que uma mãe trabalhadora (não desmerecendo quem optou por ficar em casa)  precisa vencer é o cansaço... sempre. Mas nada, nada mesmo tira a alegria, o êxtase de nossa chegada em casa, do nosso reencontro e de poder pegar no colo, novamente, os nossos filhos, apertá-los e dizer-lhes baixinho “Nunca se esqueça, nem um segundo, que eu tenho o amor maior do mundo. Como é grande o meu amor por você. (Roberto Carlos)



 “Nossa! Para mulher que trabalha ser mãe é uma luta sempre. Tirei quatro meses de licença-maternidade e mais um mês de férias. Quando voltei ao trabalho, tive que levar minha filha para a comarca que eu trabalhava isso há 100 quilometros de minha casa. Expunha minha filha aos perigos da estrada e só depois de 8 meses que consegui transferência para a capital, e pude descansar um pouco. Mas, agora que estou fazendo o mestrado, não pude ir à festa em homenagem ao Dia das Mães, no colégio, que foi na última terça-feira. Minha filha, então, ligou pra mim e começou a cantar a música que tinha ensaiado em minha homenagem. Chorei.”
L.C.C. - Juíza de Direito

Quando voltei ao trabalho, depois de 5 meses de licença, chorei três dias consecutivos. Foi uma sensação de perda e de insegurança por pensar que seu filho está desprotegido e sozinho nesse mundo ingrato. Com o tempo, fui me acostumando, mas é muito difícil mesmo sabendo que ele fica no bercário onde a diretora faz parte ainda da minha família. Acompanho, diariamente, as anotações que vêm na agendinha dele como a hora da refeição, se dormiu bem e até o horário de suas necessidades fisiológicas como coco e xixi e como ocorreu. Com o tempo também a gente aprende que o filho sobrevive sem a mãe. Mas, meu marido, em relação ao bercário, é mais presente do que eu, porque ele leva e trás todos os dias e acompanha as reações do meu filho.”
S.C.H. - Assistente financeira





Ontem também foi a festa em homenagem ao Dia das Mães, no colégio. Meu marido levou minha filha. Teve uma hora em que a mãe tinha que dançar com o filho e meu marido disse: pense que é sua mãe que está aqui. Fiquei arrasada. Acho que no futuro as escolas deveriam criar o Dia da Família porque é muito difícil para as mães que trabalham cumprir a agenda de festa do colégio. Eu não poderia remarcar as audiências.”
R. N. - Juíza de Direito

Quando engravidei estava desempregada. Quando meu filho tinha 8 meses fui trabalhar e ele ficou com a babá que já tinha sido minha também. Mesmo assim, fiquei insegura e, como operadora de telemarketing, conseguia monitorá-lo por telefone. Hoje, Miguel já está com 5 anos e ainda continuo na mesma batalha emocional. Eu devia ter casado com um marido rico rsrsr e acho que isso é o que toda mulher sonha. Só assim eu poderia ter ficado em casa para assisti-lo nos esportes, na escola, nos passeios e no seu desenvolvimento até uma certa idade.”
C.M – auxiliar administrativa

“Para mim foi muito difícil voltar ao trabalho. Na época, não tinha minha mãe nenhum outro familiar morando próximo de minha casa. Tive que deixar minha filha com a empregada doméstica. Chorei muito nos primeiros dias que saia  para trabalhar, mas a confiança e a convivência com a empregada vieram com o tempo, tranquilizando-me. Meu marido sempre foi e é um pai muito presente, me ajuda muito em tudo, desde a casa até a educação das meninas. É um verdadeiro  pai, companheiro e cúmplice em tudo. Mas, acredito que a mulher que trabalha fora conquistou sua independência a muito custo e, graças a nossa eficiência sabemos, realmente, separar as nossas qualificações como filha, mãe, esposa, amante e profissional."
M.S. – Assistente Administrativa

Imagens capturadas na internet


Do sublime ao humano: E agora Maria?







E agora, Maria?

A luz apagou

E você pariu

A noite acabou

E agora, Maria?

E agora, Maria?

Você que é mãe

Que ama seu filho

Você que é o próprio verso

Que ama, protege

E agora, Maria?



Dá até para fazer uma parodia, com os versos do poeta Carlos Drummond de Andrade ( E agora José?), para expressar o que muitas mulheres sentem depois de uma gravidez, sobretudo a primeira, e se confrontam com as transformações do seu corpo. Você há de concordar que, com raríssimas exceções, dificilmente seremos as mesmas, e hoje estamos apenas falando sobre o nosso corpo que, se o tivermos preparado bem antes da gravidez, poderemos até chegar perto do ideal de peso e satisfação pessoal. E prepará-lo significa ter os cuidados essenciais com uma alimentação balanceada, exercícios físicos e tratamentos de pele que evitem as indesejadas estrias, celulite, varizes e flacidez que, provavelmente, virão. Poucas são as mulheres que foram agraciadas pela natureza com o corpo de uma Gisele Bündchen, com o dinheiro de uma apresentadora como Angélica ou até a disposição de uma Ivete Sangalo. Mas, é bem certo que todas essas mulheres citadas sobrevivem de sua imagem e precisam ter corpos cenográficos.

E você, Maria, que já ver sua criança se desenvolvendo satisfatoriamente, teve tempo de pensar em si mesma ou deixou para depois? Já conseguiu administrar os vários horários que um filho exige de dedicação e reservou um tempinho para si?



É difícil e torna-se um desafio diário, ao menos nos primeiros meses de vida de um filho, a mulher se desvencilhar do papel de mãe para dá vazão ao lado feminino que possui  necessidades e libidos. E isso é uma das grandes queixas dos homens e um dos motivos que leva a uma das crises no relacionamento que, obviamente, unindo-se a outras incompatibilidades, podem até levar à separação.  Por isso, voltar ao peso ideal e cuidar-se em todos os sentidos, logo após a gravidez, será sempre o objetivo de grande parte das mulheres, mas não é uma tarefa fácil, principalmente, se existir uma tendência e hereditariedade para o sobrepeso e ela não dispor de ajuda material. 



Além disso, diante de tantas atribuições que agora a mulher se vê obrigada a desempenhar como mãe, uma dieta alimentar, somada aos exercícios físicos e idas e vindas ao salão de beleza, podem representar muito mais uma cobrança pessoal do que uma intrínseca  vontade. Mas, deixar também que sua criança cresça para que haja espaço de cuidar da vaidade é, diga-se de passagem, uma tolice com repercussões catastróficas, pois você não morreu para o mundo porque se tornou mãe, mas poderá matar seu relacionamento e seus desejos, adquirindo posteriormente várias frustrações. Se uma criança exige cuidados, o corpo feminino também. Mas, veja o que dizem algumas leitoras:



Fui mãe aos 18 anos e a gravidez não alterou em nada meu corpo. Voltei ao meu peso ideal rápido. Depois, fui mãe, novamente, aos 36 anos e esta deixou sequelas até hoje – seios e barriga flácidos. Fiquei uns cinco anos com 10 quilos acima do peso. Só me dedicava aos filhos. Depois, comecei a me achar feia e houve uma cobrança pessoal de melhorar a minha estética. Investi em lipoaspiração e plástica. Mas, meu corpo não é o mesmo de antes e tampouco vivo com o pai dos meus filhos.”
C. M. – 42 anos

Tive gêmeos, aos 24 anos, e amamentei por quatro meses. Ao contrário de muitas mulheres, fiquei muito magra e até parecia que estava doente. Meu marido se afastou de mim e oito meses depois, tive depressão pós-parto. Hoje sei que eu não consegui separar o papel de mãe da mulher e meu relacionamento faliu, como tantos outros. Hoje, estou separada, mas sete anos depois foi que comecei a cuidar de mim e me enxergar novamente como mulher.”
Ericka L. – 32 anos



 “Engordei 27 quilos durante a gravidez. Meu corpo ficou deformado. Mas, apenas me dedicava ao meu filho. Só depois de um ano e meio que resolvi cuidar de mim. Fiz plástica e lipoaspiração.”
Chrys M. – 33 anos

O mais difícil depois da gravidez é voltar ao peso ideal. Ainda hoje tenho 10 quilos mais do que meu peso.”
Márcia M. – 31 anos

“Tive minha filha aos 33 anos e engordei 17 quilos. Mas, só agora, passados três anos que estou começando a me cuidar. Ficar acima do peso influencia o ego da mulher que não se sente à vontade em transar.”
Vírginia Cássia – 36 anos

“Eu era adolescente quando engravidei. Com 17 anos, o corpo volta, rapidamente, ao normal. No segundo filho, já foi um pouco diferente porque eu estava com 25 anos, mas mesmo assim consegui voltar ao peso ideal. Contudo, estou com 80 quilos e acho que o peso só influencia no casamento se o companheiro não for compreensivo. Eu nunca me senti ameaçada por causa do peso.”
Andréa Lobo – 36 anos

Eu voltei ao meu peso ideal porque minha constituição física sempre foi magra e já tive dois filhos. Mas, sei que isso não acontece com a maioria das mulheres.”
Vanusa Fernandes – 33 anos

Imagens capturadas na internet